
O MOVIMENTO APAEANO E A APAE DE TORRES
Há 50 anos se delineavam os caminhos do Movimento das APAEs que, desde a fundação da 1ª APAE – APAE do Rio de Janeiro, não parou de crescer e hoje se consolida como o maior Movimento Filantrópico do nosso país e do mundo em sua área de atuação, além do respeito e credibilidade conquistados ao longo do tempo e dos novos rumos à vida de milhares de pessoas com deficiências.
Com a APAE nascia a vocação para apoiar as famílias e seus filhos com deficiências, um legado que contribuiu para o desenvolvimento da Educação Especial no Brasil e para a criação de leis e políticas públicas reconhecendo e garantindo seus direitos de cidadãos.
As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais fazem parte de um Movimento que se destaca no país pelo seu pioneirismo. A primeira APAE no Brasil nasceu em 11 de dezembro de 1954, na cidade do Rio de Janeiro. De 1954 a 1962, surgiram outras APAEs. No final de 1962, doze das dezesseis existentes, encontraram-se, em São Paulo, para a realização da primeira reunião nacional de dirigentes apaeanos.
Pela primeira vez no Brasil, discutia-se a questão da pessoa com deficiência com um grupo de famílias que trazia para o Movimento suas experiências como pais de deficientes e, em alguns casos, também como técnicos na área.
Para uma melhor articulação de suas idéias, sentiram a necessidade de criar um organismo nacional. Após algumas sugestões criou-se a Federação Nacional das APAEs que foi fundada em 10 de novembro de 1962, atualmente com sede em Brasília/DF.
Adotou-se, como símbolo das APAEs, a figura de uma flor ladeada por duas mãos em perfil, desniveladas uma em posição de amparo e a outra, de proteção (Anexo A). Existe inclusive um pensamento muito adotado que diz o seguinte: "Onde você encontrar estas mãos, estenda as suas".
Decorridos 50 anos, a Federação Nacional das APAEs congrega, aproximadamente 2000 APAEs presentes em municípios de todo o Brasil, mantenedoras de Escolas Especiais que propiciam atendimento educacional a mais de 230.000 pessoas com deficiência mental; 21 Federações das APAEs dos Estados; 202 Conselhos Regionais e 07 Coordenadorias em níveis nacional e estadual.
A APAE de Torres (Anexo A), bem como, as demais APAEs do território nacional, seguem a seguinte estrutura hierárquica descrita no organograma abaixo:
Federação Nacional das APAEs
Responsável pelos rumos e diretrizes estratégicas do Movimento Apaeano e pela articulação política, defesa de direitos e ações, em âmbito nacional, em prol da Pessoa com Deficiência.
Responsável pelos rumos e diretrizes estratégicas do Movimento Apaeano e pela articulação política, defesa de direitos e ações, em âmbito estadual, em prol da Pessoa com Deficiência.
Federação das APAEs Estado
Tem a função de organizar as APAEs nas micro-regiões, orientando seus rumos e sendo o contato mais direto entre a base e a Federação do Estado.
Conselho Regional
APAE
Prestadora de serviços e atendimentos diretos, articulação e defesa de direitos da Pessoa com Deficiência nos Municípios.
A APAE de Torres, a exemplo da Federação Nacional e demais APAEs do Brasil, caracteriza-se por ser uma sociedade civil, filantrópica, de caráter cultural, assistencial e educacional com duração indeterminada. A unidade de Torres foi fundada em 17 de dezembro de 1977 através da iniciativa do LIONS Clube de Torres e amigos com o objetivo de criar e manter uma escola para atender pessoas portadoras de deficiências, visando promover a educação, reabilitação, profissionalização e integração social.
Em 1980, a Prefeitura de Torres fez a doação de um terreno com 2.070m2 onde foi construído o prédio que seria a sede da Escola, mantida pela APAE.
Nestes 28 anos de trajetória a APAE de Torres passou por diversas reformas, sempre com auxílio do Governo Federal e Estadual, através de projetos específicos e da comunidade torrense em geral.
Atualmente, no mesmo terreno doado pela Prefeitura, a APAE possui uma estrutura física de 1.377m2 de área construída, onde oferece atendimento a 255 pessoas portadoras de deficiências na faixa etária de 0 a 46 anos de idade.
A APAE é mantenedora da Escola de Educação Especial Recanto Alegre que objetiva viabilizar a formação do educando com deficiência mental, proporcionando-lhe a superação de suas dificuldades específicas relacionadas ao desenvolvimento global e contemplar o processo educacional como parte fundamental para a conquista da cidadania por meio de uma prática pedagógica que minimize a diversidade e propicie a inclusão do educando através do alcance da autonomia intelectual, moral e social.
Os atendimentos especializados oferecidos pela APAE de Torres às pessoas com deficiências vão desde a Avaliação Diagnóstica realizada por Psicopedagoga e Equipe Multidisciplinar até o efetivo atendimento nas áreas Escolar (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos, Grupos de Convivência, Oficinas Profissionalizantes de Jardinagem e Montagem de Prendedores) e Clínica (Estimulação Precoce – bebês de 0 a 4 anos de idade – Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Equoterapia, Atendimento Psicológico, Médico, Fonoaudiológico, Assistência Social, bem como, Atendimento Individualizado de Ludoterapia e Apoio Especializado Complementar).
Há 50 anos se delineavam os caminhos do Movimento das APAEs que, desde a fundação da 1ª APAE – APAE do Rio de Janeiro, não parou de crescer e hoje se consolida como o maior Movimento Filantrópico do nosso país e do mundo em sua área de atuação, além do respeito e credibilidade conquistados ao longo do tempo e dos novos rumos à vida de milhares de pessoas com deficiências.
Com a APAE nascia a vocação para apoiar as famílias e seus filhos com deficiências, um legado que contribuiu para o desenvolvimento da Educação Especial no Brasil e para a criação de leis e políticas públicas reconhecendo e garantindo seus direitos de cidadãos.
As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais fazem parte de um Movimento que se destaca no país pelo seu pioneirismo. A primeira APAE no Brasil nasceu em 11 de dezembro de 1954, na cidade do Rio de Janeiro. De 1954 a 1962, surgiram outras APAEs. No final de 1962, doze das dezesseis existentes, encontraram-se, em São Paulo, para a realização da primeira reunião nacional de dirigentes apaeanos.
Pela primeira vez no Brasil, discutia-se a questão da pessoa com deficiência com um grupo de famílias que trazia para o Movimento suas experiências como pais de deficientes e, em alguns casos, também como técnicos na área.
Para uma melhor articulação de suas idéias, sentiram a necessidade de criar um organismo nacional. Após algumas sugestões criou-se a Federação Nacional das APAEs que foi fundada em 10 de novembro de 1962, atualmente com sede em Brasília/DF.
Adotou-se, como símbolo das APAEs, a figura de uma flor ladeada por duas mãos em perfil, desniveladas uma em posição de amparo e a outra, de proteção (Anexo A). Existe inclusive um pensamento muito adotado que diz o seguinte: "Onde você encontrar estas mãos, estenda as suas".
Decorridos 50 anos, a Federação Nacional das APAEs congrega, aproximadamente 2000 APAEs presentes em municípios de todo o Brasil, mantenedoras de Escolas Especiais que propiciam atendimento educacional a mais de 230.000 pessoas com deficiência mental; 21 Federações das APAEs dos Estados; 202 Conselhos Regionais e 07 Coordenadorias em níveis nacional e estadual.
A APAE de Torres (Anexo A), bem como, as demais APAEs do território nacional, seguem a seguinte estrutura hierárquica descrita no organograma abaixo:
Federação Nacional das APAEs
Responsável pelos rumos e diretrizes estratégicas do Movimento Apaeano e pela articulação política, defesa de direitos e ações, em âmbito nacional, em prol da Pessoa com Deficiência.
Responsável pelos rumos e diretrizes estratégicas do Movimento Apaeano e pela articulação política, defesa de direitos e ações, em âmbito estadual, em prol da Pessoa com Deficiência.
Federação das APAEs Estado
Tem a função de organizar as APAEs nas micro-regiões, orientando seus rumos e sendo o contato mais direto entre a base e a Federação do Estado.
Conselho Regional
APAE
Prestadora de serviços e atendimentos diretos, articulação e defesa de direitos da Pessoa com Deficiência nos Municípios.
A APAE de Torres, a exemplo da Federação Nacional e demais APAEs do Brasil, caracteriza-se por ser uma sociedade civil, filantrópica, de caráter cultural, assistencial e educacional com duração indeterminada. A unidade de Torres foi fundada em 17 de dezembro de 1977 através da iniciativa do LIONS Clube de Torres e amigos com o objetivo de criar e manter uma escola para atender pessoas portadoras de deficiências, visando promover a educação, reabilitação, profissionalização e integração social.
Em 1980, a Prefeitura de Torres fez a doação de um terreno com 2.070m2 onde foi construído o prédio que seria a sede da Escola, mantida pela APAE.
Nestes 28 anos de trajetória a APAE de Torres passou por diversas reformas, sempre com auxílio do Governo Federal e Estadual, através de projetos específicos e da comunidade torrense em geral.
Atualmente, no mesmo terreno doado pela Prefeitura, a APAE possui uma estrutura física de 1.377m2 de área construída, onde oferece atendimento a 255 pessoas portadoras de deficiências na faixa etária de 0 a 46 anos de idade.
A APAE é mantenedora da Escola de Educação Especial Recanto Alegre que objetiva viabilizar a formação do educando com deficiência mental, proporcionando-lhe a superação de suas dificuldades específicas relacionadas ao desenvolvimento global e contemplar o processo educacional como parte fundamental para a conquista da cidadania por meio de uma prática pedagógica que minimize a diversidade e propicie a inclusão do educando através do alcance da autonomia intelectual, moral e social.
Os atendimentos especializados oferecidos pela APAE de Torres às pessoas com deficiências vão desde a Avaliação Diagnóstica realizada por Psicopedagoga e Equipe Multidisciplinar até o efetivo atendimento nas áreas Escolar (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos, Grupos de Convivência, Oficinas Profissionalizantes de Jardinagem e Montagem de Prendedores) e Clínica (Estimulação Precoce – bebês de 0 a 4 anos de idade – Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Equoterapia, Atendimento Psicológico, Médico, Fonoaudiológico, Assistência Social, bem como, Atendimento Individualizado de Ludoterapia e Apoio Especializado Complementar).

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